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Colombianos são presos suspeitos de furtos a farmácias no Brasil

Colombianos são presos suspeitos de furtos a farmácias no Brasil
28.10.2026     Fonte: G1

Três colombianos, sendo duas mulheres e um homem, foram presos suspeitos de praticar furtos a farmácias em diversos estados do Brasil.

As prisões foram realizadas nesta quarta-feira (28) nos bairros da Sé, Vila Mariana e Bela Vista, em São Paulo (SP). A operação “Mil Faces” foi realizada pela Polícia Civil de Votuporanga (SP) após o trio furtar uma farmácia na cidade.

Segundo a polícia, na ocasião, os estrangeiros levaram dermocosméticos e vitaminas de alto valor, que foram furtados das prateleiras durante o horário de funcionamento da loja.

As investigações apontaram que o trio também é suspeito de integrar uma associação criminosa voltada à prática de furtos a farmácias.

Durante a prisão, os policiais apreenderam documentos e passaportes falsos dos investigados, produtos subtraídos durante os crimes, dinheiro em espécie e aparelhos celulares. Os itens apreendidos serão encaminhados à perícia.

Como eram os furtos

Segundo a polícia, o trio praticava os furtos mediante a divisão de tarefas. O homem circulava pelos corredores da farmácia simulando ser um cliente e observando a movimentação dos funcionários enquanto as mulheres retiravam os produtos das gôndolas e os escondiam em suas bolsas de tamanho grande. Em seguida, os três fugiram. A identificação dos estrangeiros foi possível por meio de câmeras de segurança das farmácias.

De acordo com os investigadores, após o furto em Votuporanga, os suspeitos seguiram para outras cidades brasileiras e usaram carros alugados para se locomover, situação que dificultava a localização dos mesmos.

Histórico criminal

Segundo a Polícia Civil, o trio já havia sido investigado, preso ou indiciado por furtos semelhantes praticados em farmácias da rede de varejo. O homem, por exemplo, já tinha cumprido pena nos Estados Unidos e o nome dele constava na lista de difusão azul da Polícia Federal, com dois mandados de expulsão do país. As mulheres também usavam identidades diferentes em abordagens e registros policiais. Até a conclusão das investigações, os suspeitos permanecerão presos preventivamente.