
Um ano após a queda do avião de instrução que matou o piloto Abner Oliveira, de 41 anos, e o aluno Felipe Coiado, de 24, em São José do Rio Preto (SP), a investigação conduzida pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) permanece em andamento, sem uma conclusão definitiva.
O avião decolou do Aeroporto Estadual "Professor Eribelto Manoel Reino", de Rio Preto, e caiu sete minutos depois, em uma área rural na Estrada Municipal "José Domingues Netto", no dia 1º de julho de 2025.
O destino da aeronave não foi informado e não se sabe o que provocou o acidente. Com o impacto, a fuselagem da aeronave ficou retorcida. Um vídeo registrou o exato momento da queda.
Ao g1, o Cenipa informou que, até terça-feira (30), os trabalhos seguiam em andamento e reforçou que a apuração tem caráter exclusivamente preventivo, sem o objetivo de atribuir culpa ou responsabilizar pessoas pelo acidente.
Segundo o órgão, as investigações buscam identificar possíveis fatores contribuintes para a ocorrência, com foco na elaboração de recomendações de segurança que possam evitar novos acidentes semelhantes.
De acordo com as informações divulgadas à época, durante a execução de uma manobra próxima ao solo, o avião perdeu o controle e bateu contra o terreno. Os dois ocupantes morreram no local.
Os corpos ficaram presos às ferragens e foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) após o resgate feito pelo Corpo de Bombeiros, com apoio da Polícia Militar, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do helicóptero Águia.
O documento é obrigatório e emitido pela Anac. Caso não fosse renovado, a aeronave ficaria impedida de voar a partir do dia 2 de julho de 2025.
De acordo com o Samu, as vítimas sofreram politraumatismo craniano devido à queda.